SEMANA DE CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE ALERGIA ALIMENTAR TEM PROGRAMAÇÃO EM CAMPOS A PARTIR DE QUARTA-FEIRA

Written by on 17 de maio de 2022

 

ASSIM COMO EM MUITOS LUGARES, A TERCEIRA SEMANA DE MAIO É DEDICADA EM CAMPOS À PAUTA DA ALERGIA ALIMENTAR, ASSUNTO SÉRIO QUE MEXE COM O COTIDIANO DE MUITAS FAMÍLIAS. AFINAL, NEM TODO ALIMENTO PODE ENTRAR EM CASA, PARA COMEÇAR. A 8ª SEMANA DE CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE ALERGIA ALIMENTAR TEM PROGRAMAÇÃO QUE COMEÇA A PARTIR DESTA QUARTA-FEIRA (18), COM LIVE QUE VAI ABORDAR “O QUE É DESSENSIBILIZAÇÃO E QUANDO COMEÇAR A USAR NA ALERGIA ALIMENTAR?”. UM PIQUENIQUE NO CAMPUS DA UENF VAI FECHAR A PROGRAMAÇÃO, NO DIA 21.

 

MÃES DE CRIANÇAS ALÉRGICAS ESTÃO NA ORGANIZAÇÃO DO EVENTO. AS DUAS ÚLTIMAS VERSÕES ACONTECERAM APENAS NO FORMATO REMOTO, DEVIDO À PANDEMIA DA COVID- 19. UM PIQUENIQUE NO CAMPUS DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE FLUMINENSE (UENF) DEVE SER O EVENTO QUE VAI MARCAR REENCONTRO E CELEBRAR NOVAS CONEXÕES ENTRE FAMÍLIAS QUE CONVIVEM COM RESTRIÇÕES ALIMENTARES IMPOSTAS PELA ALERGIA.

 

EM 30 DE OUTUBRO DE 2017, FOI SANCIONADA EM CAMPOS A LEI NÚMERO 8.788, DO EX-VEREADOR CLÁUDIO ANDRADE. A LEI INSTITUIU A SEMANA NO CALENDÁRIO OFICIAL DO MUNICÍPIO. A PROPOSTA DA LEI FOI ATENDER AO PEDIDO DE UMA COMISSÃO DE PAIS E PROFESSORES DE CRIANÇAS ALÉRGICAS ALIMENTARES.

 

A TERCEIRA SEMANA DE MAIO É DEDICADA À CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE ALERGIA ALIMENTAR EM VÁRIAS PARTES DO MUNDO. NOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA, HÁ MAIS DE 20 ANOS, A FARE (FOOD ALLERGY & ANAPHYLAXIS NETWORK) TRABALHA PARA QUE MAIS PESSOAS SAIBAM O QUE É A ALERGIA ALIMENTAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS.

 

ASSIM COMO A FARE, O GRUPO QUE ORGANIZA A SEMANA EM CAMPOS ACREDITA QUE, AUMENTANDO A CONSCIENTIZAÇÃO, INCENTIVA O RESPEITO, PROMOVE A SEGURANÇA E MELHORA A QUALIDADE DE VIDA DAS CRIANÇAS E ADULTOS QUE CONVIVEM COM ALERGIAS ALIMENTARES, INCLUINDO TODOS EM PERIGO DE ANAFILAXIA, COM RISCO DE PERDER A VIDA.

 

OS RELATOS DE MUITAS MÃES SÃO MUITOS, ASSIM COMO A PREOCUPAÇÃO DIÁRIA PARA QUE SEU FILHO NUNCA INGIRA ALIMENTO QUE POSSA CAUSAR UMA CRISE.

 

– DESDE O NASCIMENTO DA MINHA PRIMEIRA FILHA, PERCEBI QUE HAVIA ALGO DE ERRADO, E SEMPRE EM BUSCA DE RESPOSTAS. ATRAVÉS DE MUITA PESQUISA, PERCEBI QUE OS SINTOMAS ERAM COMPATÍVEIS COM APLV (ALERGIA À PROTEÍNA DO LEITE DE VACA). O DIAGNÓSTICO VEIO DEPOIS DE UM ANO, QUANDO UM PEDIATRA DECIDIU PEDIR EXAMES ESPECÍFICOS. DEPOIS DO NASCIMENTO DA MINHA SEGUNDA FILHA, AS COISAS FORAM MELHORANDO, POIS O ACESSO A INFORMAÇÕES E PROFISSIONAIS ESTAVA UM POUCO MELHOR. O MAIOR APRENDIZADO QUE POSSO DEIXAR AQUI PARA OUTRAS MÃES É: NÃO DEIXE DE LADO SEU SEXTO SENTIDO DE MÃE. ELE NUNCA ERRA! – AFIRMA JOSI, MÃE DA ESTER, DE SETE ANOS, E DA ELISA, DE QUATRO ANOS, AMBAS PORTADORAS DE ALERGIA ALIMENTAR MÚLTIPLA.

 

SEGUNDO ALINE NUNES, NUTRICIONISTA MATERNO INFANTIL E MÃE DO JOÃO BENÍCIO, DE DOIS ANOS E 10 MESES, DESDE O NASCIMENTO DO FILHO ELE PASSOU POR DIVERSOS DESAFIOS, COMO CÓLICAS INTENSAS VÁRIAS VEZES POR DIA, REFLUXO, BAIXO GANHO DE PESO, IRRITAÇÃO, CONSTIPAÇÃO, NOITES PRATICAMENTE SEM DORMIR. ”FOI QUANDO OFERECI A FÓRMULA PELA SEGUNDA VEZ A ELE (PRIMEIRO CONTATO NA MATERNIDADE) QUE VEIO A PRIMEIRA SUSPEITA DE ALERGIA À PROTEÍNA DO LEITE DE VACA (APLV). APÓS MUITA INSISTÊNCIA MINHA, ESTUDOS E BUSCA DE AJUDA PROFISSIONAL ESPECIALIZADA, FOI CONFIRMADO O DIAGNÓSTICO DE APLV COM UM ANO”, RELATA ELA.

 

COMO PROFISSIONAL, ALINE DISSE QUE AJUDA OUTRAS MÃES A ENCONTRAR UM CAMINHO MAIS LEVE E SAUDÁVEL EM MEIO A TANTAS RESTRIÇÕES ALIMENTARES.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte : Araguaia


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